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Alemanha flexibiliza regra para entrada de brasileiros

Brasileiros que receberam imunizante da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen poderão viajar ao país europeu para visitas ou turismo

Brasileiros que receberam imunizante da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen poderão viajar ao país europeu para visitas ou turismo. As novas regras valem a partir da zero hora deste domingo, 22.

O Instituto Robert Koch (RKI), a agência governamental alemã para o controle e prevenção de doenças infecciosas, informou nesta sexta-feira (20/07) que o Brasil terá seu status rebaixado de "área com variantes do vírus" para "área de alto risco de covid-19", a partir da zero hora deste domingo.

Isso significa que pessoas que estão no Brasil e completamente vacinadas com algum dos imunizantes aprovados para uso na União Europeia (UE) poderão viajar para a Alemanha para visitas e turismo, segundo alguns critérios.

Estão nessa lista as vacinas da Pfizer-BioNTech, AstraZeneca e Janssen (Johnson&Johnson), aplicadas no Brasil, e a da Moderna, não utilizada no território brasileiro.

Para quem tiver sido vacinado com a Coronavac ou não estiver completamente vacinado, continua sendo necessário comprovar "extrema necessidade" para entrar no território alemão.

A inclusão da Coronavac na lista de vacinas aceitas pela Alemanha ainda está em discussão. A Embaixada da Alemanha no Brasil informa que "uma ampliação abrangendo outras vacinas com um padrão de proteção comparável está prevista assim que os testes necessários forem concluídos".

Até a meia-noite deste sábado, quando o país ainda será considerado "área de variantes do vírus", pessoas no Brasil só podem viajar para a Alemanha se comprovarem extrema necessidade, independente de estarem vacinadas com imunizantes aprovados na UE ou não. Além disso, todos precisam fazer quarentena de 14 dias, sem possibilidade de encurtá-la.

Regras para quem recebeu vacina aprovada na UE

A partir de domingo, pessoas que estiverem completamente vacinadas com os imunizantes aprovados para uso na UE podem viajar para a Alemanha para visitas e turismo e não precisam fazer quarentena ao chegar no território alemão.

O governo alemão considera alguém completamente vacinado 14 dias após a aplicação da segunda dose (ou da dose única, no caso da Janssen). O certificado de vacinação deve ser apresentado nos idiomas alemão, inglês, francês, italiano ou espanhol.

Aqueles que tiveram covid-19 e se recuperaram podem ser considerados completamente vacinados após terem recebido apenas uma dose da vacina. Nesses casos, também é necessário comprovar que houve uma infecção pelo coronavírus antes da vacinação, com um teste PCR positivo, apresentado nos idiomas alemão, inglês, francês, italiano ou espanhol.

Todas as pessoas precisam apresentar um teste contra a covid-19 com resultado negativo antes de viajar para a Alemanha. Para testes PCR, ele deve ser realizado em até 72 horas antes da hora de entrada no território alemão. Para testes rápidos de antígeno, o prazo é de 48 horas. Também é necessário realizar oregistro digital de entrada online.

Mais detalhes podem ser encontrados na página da Embaixada da Alemanha no Brasil.

Regras para vacinados com Coronavac ou não imunizados

As pessoas que tiverem sido vacinadas com a Coronavac ou que não estão completamente vacinadas só podem entrar na Alemanha vindo do Brasil em caso de extrema necessidade.

A restrição não se aplica a cidadãos alemães, cidadãos de países da UE e pessoas com residência legal na Alemanha, assim como aos seus familiares.

São considerados casos de extrema necessidade viagens de trabalhadores e pesquisadores do setor de saúde, trabalhadores altamente qualificados que não podem trabalhar de forma remota e trabalhadores do setor agrícola.

Também estão nessa lista estudantes de cursos que não possam ser ministrados de forma remota e pessoas que precisam de proteção humanitária, entre outros casos previstos no site do Ministério do Interior alemão.

Informações e foto do site DW

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Teatros fechados? O palco se desloca para o campo

Em Alghero (Sardenha) espetáculos no verde sentados em fardos de feno

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ALGHERO (Sardenha) - Ignazio Chessa, ele é ou está? Onde começa a ficção, a encenação, a performance? Impossível dizer. Algherese, 58 anos de idade, é um artista em serviço permanente. Medos, decepções e mau humor - tristeza, talvez - fazem parte dele, como a qualquer um, especialmente àqueles como ele que têm uma consciência civil e política, especialmente àqueles que vivem da arte e da cultura, ainda mais agora que tudo está parado e o distanciamento social dificulta as apresentações ao vivo. Co isso os músicos, atores e artistas em geral são os últimos a ter vez no retorno real à normalidade.

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Ignazio levanta-se pela manhã, põe seu melhor sorriso, enrola a língua, treina sua fábula incessante e se dedica de corpo e alma a projetos que, em sua simplicidade, são sempre extraordinários. O último se chama "AgriTeatrí. Teatro, música, comida e artes", uma série de eventos entre teatro, música, poesia e contos de fadas. O palco que o abriga é um agriturismo. As poltronas? Fardos de feno "numerados, anatômicos higienizados", brinca o criador dos espetáculos - os dois primeiros, que vão até meados de julho, estão esgotados. A empresa que aceitou o desafio do ator, diretor, autor, leiloeiro, líder, apresentador, comediante e muito mais é "I vigneti". O Município é Olmedo, mas na verdade está na grande zona rural de Alghero.

Com a generosidade daqueles que acreditam no que ele faz, a determinação daqueles que não se ajoelham diante das dificuldades, com a obstinação daqueles que são sonhadores além de todos os limites razoáveis, ele transferiu para o campo a atividade que, após uma vida artística sem residência fixa, havia condensado em seu penúltimo gênio: Lo Teatrì, uma pequena arena de 25 lugares funcionando praticamente em uma garagem em Alghero, a cidade onde ele vive e ama sem reservas.

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"Lo Teatrì agora se mudou para o exterior", diz Ignazio Chessa. Além da empresa "I vigneti", há muitos que colaboram para que a indústria de entretenimento local se mude novamente. Fizemos um crowdfunding com bons resultados. "Muitas pessoas com um objetivo em comum colocam suas habilidades profissionais para trabalhar e oferecer um produto honesto, generoso e especial, desejando recuperar a serenidade e cultivar a esperança de sucesso", explica ele. Com 20 euros você tem o show, uma taça de vinho para lhe dar as boas-vindas e a degustação final de alguma iguaria da cozinha típica sarda. "Participando você se diverte e ajuda a distribuir pequenas economias entre os profissionais, artistas e técnicos, que participam desta experiência", diz o homem que não consegue ficar parado. Mais do que querer, às vezes as coisas só precisam ser feitas.

Texto de Di Gian Mario Sias, Agência ANSA

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Nowhere, o restaurante com 6 mesas separadas a quilômetros de distância, tem lotação esgotada

Seis mesas a quilômetros de distância na reserva natural Haringe, nos arredores de Estocolmo. É a idéia da Oddbird, uma vinícola que produz vinhos não alcoólicos

Será aberto dia 20 de agosto, mas as reservas já estão esgotadas desde seu lançamento em 22 de junho. Nowhere, "em lugar algum", é um restaurante de apenas seis mesas dispersas na reserva natural de Haringe, perto de Estocolmo. Uma paisagem e localização únicas, onde as poucas mesas estão imersas numa das mais ricas florestas do condado de Estocolmo, repleta de carvalhos seculares. Cada mesa tem um cenário diferente, um no meio da floresta, outros no final de um píer com vista para o lago, e para chegar de um até o outro é necessária uma longa caminhada pela floresta, sentindo seus ruídos e aromas.

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A ideia nasceu da Oddbird, uma vinícola que produz vinhos não alcoólicos fundada em 2013 por Moa Gürbüzer, ex-terapeuta familiar e assistente social com mais de duas décadas de experiência em problemas relacionados ao abuso de álcool e que hoje é uma das mais estimadas produtoras de vinho em toda a Escandinávia. Um restaurante criado para atender às necessidades de distanciamento social e a necessidade renascida em muitas pessoas de manter contato com a natureza no período de confinamento. “A floresta é o lugar perfeito: não ama ou odeia, é indiferente, não está na moda, não é inclusiva ou exclusiva. Sempre fomos uma humanidade "em fuga", pronta para novas experiências, novos lugares e novos desafios. A pandemia nos forçou a parar e repensar as belezas que sempre nos cercavam e que não podemos mais ver. Assim nasceu a ideia deste restaurante, que pretende ser uma oportunidade de refletir e redescobrir a magia nas coisas mais simples e verdadeiras ", escreve a vinícola Oddbird.

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A cozinha é gerenciada por Linn Söderström e Marion Ringborg, duas chefs do Garba, um restaurante pop-up nascido em Estocolmo em 2017, mas a escolha dos locais é confiada ao estúdio de designers de interiores The Norrmans.

Marion Ringborg e Linn Söderström

Marion Ringborg e Linn Söderström

Fotos: @Oddbird, Fonte: Reporter Gourmet Italia

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Roma à noite

Aproveitando o cair da noite para fotografar Roma

Roma é uma das minhas cidades preferidas para fotografar à noite. A maioria dos monumentos é iluminada. E se durante o dia estamos atônitos com tanta informação ou procurando o caminho certo até a próxima atração, ao escurecer algumas paisagens se transformam e deixam esses monumentos, ou parte deles em evidência. A Fontana di Trevi, um dos meus pontos favoritos, é imperdível à noite!

As ruas, sobretudo aquelas mais estreitas no Trastevere ou em torno ao Pantheon ganham mais charme com as luzes dos restaurantes. Há muitos deles que só abrem para o jantar, e com as mesas do lado de fora, algumas ruas se transformam completamente. Claro, o aroma dos pratos de pasta e pizza colaboram bastante para essa atmosfera tão convidativa.

Eu não moro na cidade. Então, quando tenho algum ensaio fotográfico em Roma marcado um horário da manhã, geralmente vou no dia anterior e aproveito a saída para o jantar para fazer algumas fotos. 

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Uma visita ao Palácio Rocchetta Mattei

160 anos de história, arquitetura mourisca e medicina

Há algumas semanas tive o prazer de conhecer o Palácio Rocchetta Mattei, na região da Emilia-Romagna. Vi que era possível chegar por trem, partindo de Bolonha. Fiz a reserva com uma semana de antecedência e esperei que fizesse um dia de sol.

O caminho da estação de Riola até o Palácio é bem agradável, tem cerca de 1km, o que é possível fazer em pouco mais de10 min. Logo no início há  uma ponte com uma bela paisagem de rio e árvores.

O Palácio tem mais de 160 anos, passou por um longo período de abandono, e só foi aberto ao público recentemente, depois de um longo e minucioso restauro. O idealizador do complexo, Conde Cesare Mattei (1809-1896) iniciou a obra da Rocchetta em 1850 enquanto desenvolvia uma nova técnica na medicina chamada de “eletromeopatia”. Ainda inacabado em 1896, quando o Conde morreu, a conclusão das obras viria a ocorrer somente em 1920.

O estilo arquitetônico mais evidente são os detalhes em arte mourisca inspirados no Palácio de Alhambra e na Mesquita de Córdoba, na Espanha. É um prato cheio para quem aprecia arquitetura, com muitos contrastes, salas com cores marcantes, detalhes e afrescos de arte hispânica.

As visitas ao Palácio só ocorrem aos finais de semana e é preciso comprar os ingressos antecipadamente no site oficial ao custo de 10€ (bilhete inteiro). Todas as visitas são guiadas em italiano e organizadas em pequenos grupos de até 6 pessoas. O trajeto do trem (Bologna-Riola) dura 57 minutos e custa 4,75€.

https://www.rocchetta-mattei.it

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Conselho da União Europeia lança a ferramenta RE-OPEN

Conselho da União Europeia lança a ferramenta RE-OPEN para facilitar informações sobre entrada e circulação de turistas

O Conselho da União Europeia disponibilizou através de seu site oficial uma ferramenta voltada para quem planeja viajar pelos países membros em 2020. A utilização é bastante simples e está  disponível em 23 idiomas com informações atualizadas constantemente. A ideia é ajudar o planejamento de viagens dentro das diretrizes de segurança necessárias para um retorno gradual das atividades, evitando surpresas desagradáveis.

Basta escolher o País de destino e verificar o que está permitido e o que está restrito, como entrada via aérea, marítima ou terrestre, transporte público, abertura de comércio, atividades turísticas, cultos, serviços de saúde e se é necessária ou não quarentena. Também são indicados os sites oficiais de cada país onde se pode conferir diretamente as diretrizes adotadas por cada um. 

Escolhendo a Itália, por exemplo, vemos que é permitida a entrada de turistas vindos de um país da UE ou da Noruega, Suíça, Islândia ou Liechtenstein. 

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Para viajantes oriundos dos demais países, até 30 de junho de 2020, a entrada só será permitida por motivos comprovados de urgência, trabalho, saúde ou regresso ao domicílio. Turistas brasileiros não residentes em algum País europeu entram nessa categoria

Entre as opções disponíveis no quadro, em relação ao comércio, a informação é de que a abertura das lojas que vendem bens não essenciais é permitida, desde que seja assegurada a distância de pelo menos um metro. Os clientes poderão entrar nas lojas em um número fixo por vez, e podem permanecer apenas pelo tempo necessário para comprar as mercadorias.

Fonte: Conselho da União Europeia

https://reopen.europa.eu/pt/

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